noticias932 Acre na Mira da Inteligência Internacional: Por que um almirante dos EUA foi barrado no coração da Amazônia brasileira

Brasil

Acre na Mira da Inteligência Internacional: Por que um almirante dos EUA foi barrado no coração da Amazônia brasileira

Uma visita negada, fronteiras vulneráveis, ONGs milionárias e uma rota de escoamento que pode estar financiando o crime organizado e o terrorismo internacional.

Publicada em 26/05/2025 às 15:16h - 2624 visualizações - Arlete Caetana Santana


Acre na Mira da Inteligência Internacional: Por que um almirante dos EUA foi barrado no coração da Amazônia brasileira
Comandante do Comando do Sul dos EUA, almirante Alvin Holsey desembarca no Brasil para agendas com ministro da Defesa e chefes das Forças  (Foto: Internet)



Em uma movimentação silenciosa, porém extremamente simbólica, o governo brasileiro negou a visita de um dos mais altos representantes das forças armadas dos Estados Unidos ao estado do Acre. O almirante Alvin Holsey, do Comando Sul — responsável pelas operações militares americanas em toda a América Latina — tinha como destino o ponto mais remoto da Amazônia Ocidental brasileira. Mas por que essa visita foi barrada?

A negativa acendeu alertas entre analistas de segurança e inteligência. O Acre, por muito tempo considerado apenas um ponto periférico da federação, hoje ocupa um papel estratégico no cenário internacional — não apenas por sua localização geográfica, mas pelo que transita por suas fronteiras: Ouro, drogas, armas, dólares e influência.

Uma nova fronteira tríplice: Brasil, Peru e Bolívia

Muito além da já conhecida fronteira tríplice entre Brasil, Paraguai e Argentina, a região do Alto Acre representa uma nova encruzilhada do crime organizado. A permeabilidade das fronteiras com o Peru e a Bolívia facilita o escoamento de entorpecentes oriundos da produção boliviana e colombiana, cruzando o Brasil e chegando ao Oceano Pacífico através de um novo porto construído no Peru.

ONGs, tráfico e terrorismo: o que é preocupante

As Organizações Não Governamentais que operam na região muitas vezes se apresentam como defensoras do meio ambiente ou dos direitos humanos. No entanto, as investigações preliminares sugerem que algumas dessas entidades atuam como fachada para o tráfico de informações, recursos e influência estrangeira.

Fontes ligadas à inteligência militar revelaram que grupos como o Hezbollah — organização terrorista reconhecida por diversos países — utilizam o tráfico internacional de drogas como fonte de financiamento. A relação entre cartéis, facções como o Comando Vermelho e o PCC , e redes terroristas já foi documentada em outras partes do continente. O que agora se revela é que o Acre pode estar se tornando um ponto-chave nesse sistema.

A influência árabe e os poderes locais

Outro dado que chama atenção é a grande presença de famílias de origem árabe em postos de poder no Acre. O próprio governador Gladson Cameli carrega um sobrenome herdado de uma das famílias que migraram para a região durante o ciclo da borracha. Embora muitas dessas famílias tenham contribuído para o desenvolvimento local, fontes do serviço de inteligência apontam para a necessidade de maior escrutínio sobre laços políticos e empresariais que, direta ou indiretamente, podem estar conectados a interesses estrangeiros.

Do Haiti ao Acre: uma rota migratória que abriu caminho

Em 2010, logo após o terremoto que devastou o Haiti, milhares de haitianos se juntaram ao Brasil — em grande parte, pelo Acre. Na época, questionou-se por que essa rota tão inóspita foi escolhida. A resposta pode estar na malha de infraestrutura que conecta o Peru ao estado brasileiro: estradas asfaltadas, postos de fronteira frágeis e a ausência de presença efetiva do Estado.

Conclusão: o que está sendo escondido no Acre?

O impedimento da visita de um alto oficial americano à região não é um mero detalhe diplomático. É sintoma de um problema muito maior: a perda de soberania em regiões estratégicas do país. O Acre se transformou em peça-chave de um tabuleiro que envolve narcotráfico, terrorismo, lavagem de dinheiro e possível infiltração internacional sob o manto da filantropia.

silêncio das autoridades brasileiras e a movimentação sigilosa de grupos com acesso privilegiado à fronteira desligue uma resposta urgente:
Quem está governando o Acre de fato? E o que o governo federal está tentando esconder da comunidade internacional?

 

Nosso grupo no WhatsApp ZY3 notícias: Não espere pelos algoritmos! Receba nossas notícias diretamente no seu celular. Além de notícias, tem a programação da ZY3, enquetes premiadas e matérias exclusias só para o grupo.  

     Clique aqui e entre no nosso grupo gratuito.

 




ATENÇÃO:Os comentários postados abaixo representam a opinião do leitor e não necessariamente do nosso site. Toda responsabilidade das mensagens é do autor da postagem.

Deixe seu comentário!

Nome
Email
Comentário
0 / 500 caracteres


Insira os caracteres no campo abaixo:








Nosso site ZY3 Nosso Whatsapp (12) 9 9612-4827
Visitas: 509913 Usuários Online: 19
Copyright (c) 2026 - ZY3 - R. Manoel Joaquim de Oliveira, 444 - Monte Castelo, SJC - SP, 12215-090
Mensagem