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Empresário que doou R$ 500 para ônibus do 8 de janeiro é condenado a 14 anos de prisão

Transferência de R$ 500 foi considerada pela acusação

Publicada em 06/04/2026 às 09:24h - 14 visualizações - Agora Noticias Brasil


Empresário que doou R$ 500 para ônibus do 8 de janeiro é condenado a 14 anos de prisão



STF aponta participação ao contribuir com valor para transporte de manifestantes

O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o empresário Alcides Hahn a 14 anos de prisão em regime fechado por envolvimento indireto nos atos de Atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília.

A decisão foi proferida em 2 de março com base em denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República.

Transferência de R$ 500 foi considerada pela acusação

De acordo com o processo, Hahn realizou uma transferência de R$ 500 para ajudar no pagamento de um ônibus fretado que transportou manifestantes de Blumenau, em Santa Catarina, até Brasília.

O valor foi interpretado como contribuição para viabilizar a viagem que culminou nos atos investigados.

Condenação inclui múltiplos crimes

O empresário foi condenado por diversos crimes, incluindo:

abolição violenta do Estado Democrático de Direito

golpe de Estado

dano qualificado

deterioração de patrimônio tombado

associação criminosa

Além da pena de prisão, a decisão prevê multa, inclusão no rol dos culpados e pagamento de indenização por danos morais coletivos.

Outros envolvidos também foram condenados

Outros dois homens também foram condenados por participação no financiamento da viagem. Segundo a acusação, um deles foi apontado como liderança em mobilizações na cidade de origem dos manifestantes.

Defesa alega desconhecimento da finalidade

Durante audiência, Hahn afirmou que realizou a transferência a pedido de um conhecido, que teria solicitado o valor como empréstimo, sem informar o destino da viagem.

A defesa sustenta que não há provas de que o empresário soubesse da finalidade do pagamento ou de eventual prática criminosa.

Também argumenta que a acusação se baseia exclusivamente na transferência do valor.

Recurso ainda não foi julgado

Os advogados apresentaram recurso contra a condenação, que chegou a ser pautado para julgamento em março, mas acabou retirado da agenda.

O caso segue em tramitação, com expectativa de nova análise futura.

 

 

 

 

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