O discurso de Lula na Assembleia Geral da ONU ganhou um endosso que expõe o alinhamento político do presidente brasileiro: o Hamas elogiou publicamente sua fala sobre a guerra em Gaza e afirmou que Lula “escolheu estar do lado certo da história”.
Em manifestação enviada ao Metrópoles, Khaled Qaddoumi, representante político do grupo no Irã, classificou como “positiva” a postura do presidente e afirmou que Lula estaria em sintonia com a defesa dos direitos dos palestinos.
Ao concentrar suas críticas em Israel e repetir a acusação de “genocídio” contra o governo de Benjamin Netanyahu, Lula recebeu justamente a aprovação de uma organização terrorista que promoveu o ataque de 7 de outubro de 2023, transformando seu discurso na ONU em mais um episódio de uma política externa que acaba encontrando respaldo justamente entre os setores mais radicais do conflito.
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